sexta-feira, 28 de março de 2014

Vômito 

O que me interrompe do devaneio ensandecido de questões a serem respondidas é a explosão de romper o laço de uma conversa falsa ao telefone.
Por que me procuras?
Qual é a razão de vivermos imersos a tantas incertezas e dúvidas despregadas de verdades absolutas e prazer?
A raiva que cativa a todos os sentimentos é a pólvora da alvorada de mudança.
a revolução que se faz no peito de quem já amou inspira qualquer poeta a escrever sandices das mais tolas com a vontade de expressar desejo profundo de não passar mais por isso, vontade de não ter se identificado com o pensamento ou com o fato inpirador.
A tristeza que nos toma as terças a tarde é a mesma da morte, da vista do mar e da montanha, é a mostra da profunda barreira da humanidade a se ultrapassar de vista. E a preguiça contendo dentro de si um planeta inteiro de vivacidade.
Depois que se volta pra casa se entende a dor de quem não se encaixa em lugar algum, se entende e se sente o porquê de tantos desejarem desesperadamente amar e serem correspondidos. De escreverem e serem lidos, se rezarem e serem atendidos, de vender e serem pagos. De respirar e serem aliviados. O sentimento inominável que sinto me transborda de vontade de ir além de tudo, para que o nada que existe em mim se tranforme em apenas vento.
Para que esse nada(vento) me invada e tome o espaço do tudo que te tem e assim acabará a vida.

O esboço do sentimento misturado com a vida mal interpretada leva os dedos a exaustão de compreender o cérebro torto.
Já chega por hoje.

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