Na poesia escondida na janela aberta.
Descalça repouso no pouso da janela aberta, por onde o vento gira, gira.
Mesmo que artificial o desejo sempre está vivo, posto ou não na juventude que carrego, sei que é pra além da hora de viver.
Fecho os olhos na tentativa de nos sonhos alegrar sorrisos cansados. O meu se mantém assim, neutro e incansável
Nenhum comentário:
Postar um comentário