O contorno da arte perseguindo a sanidade
A musicalidade do espírito sedento de vida
Não há nada que se possa fazer
Abrir os olhos do céu para que ele entre em conflito com os da alma
Me mostra por completo no grito da garganta
Triste o fim da vida de um santo
Aquele que não pode lidar com a realidade, fica triste, patético.
Eu quero compreender a cor do que já foi dito.
O incompreensível do dom inesperado
Saia da alegria burra pra dentro do eu, calmo. Eu verdadeiro, desconhecido, querido, fugido.
Artista não ouvido briga, dá atenção ao copo iludido de carnaválias.
Pra além de mim, repito dizeres na espera de deixar explodir pra fora de mim a alma-céu presa no quarto frio do meu corpo e do seu.

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