domingo, 18 de outubro de 2015

Tilintar de pensamentos rápidos

Minha alma inflama
Minha saudosa explicação de tudo se cala
meus olhos se abrem pro que é belo e para o que o pensamento não alcança
Num silêncio remoto e presente: repouso

Há um fogo vivo, displicente como nós

Há música ritmada de afagos relvos
Há sobre nós na mesa da sala uma calma calada da vida confusa, estirada

Há sobre nós nessa sala uma sabedoria implícita de livros e dicionário

Uma rosca, um chá
Uma felicidade mais que nunca clandestina.

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