Não tem pressa
isso tudo é só porque eu sou dona do mundo
No resguardo do abraço está sempre a espera de quem se vê transbordado de tudo
Da imensidão do desejo de mais está guardado o amor da revolução
As vezes quero palavras bem ditas, gritadas
despertar o respeito pela vida que sempre se perde na dor de viver
Mas as vezes a cerimonia me consome, me grita, me pede pra ficar
Na calada noite solitária, aprendo a entender a solidão das estrelas
Na morte vai repousar a luz e o brilho que um dia teve em vida
Nos versos soltos da ritualidade está as mãos da arte
Não que pra mim o sono represente calma, a falta de sentido do olho aberto, disposto a vida
Vida vida vida vida vida vida vida vida vida vida vida vida vida
Já não consigo para de escrever sobre o que busco mais que a vida vida vida vida vida vida vida vida
Não estarei aqui pro fim
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